Estamos em 2100. É um período difícil para quem está em idade produtiva. Além de ter que lidar com a elevação do nível do mar, IAs rebeldes descontroladas e colegas que, 80 anos após a pandemia, ainda não sabem como silenciar o microfone em uma videochamada, seu salário líquido é mísero. Os impostos para financiar o apoio estatal à vasta população grisalha abocanham uma fatia cada vez maior do seu contracheque. Após um século de gastos com saúde crescendo mais rápido que a economia, sobra pouco para qualquer coisa além de remédios, leitos hospitalares e enfermeiros.
Leia mais (07/10/2026 – 08h00)
