Os fabricantes chineses de robôs humanoides passaram os últimos dois anos impressionando os investidores com máquinas capazes de dançar break, dar socos e até mesmo bater recordes de maratona. Nesta semana, em Pequim, eles enfrentam um desafio mais difícil: provar que suas invenções podem funcionar de maneira confiável para gerar valor econômico.
Leia mais (08/18/2026 – 16h01)
