O que a The Economist viu e o que ficou faltando

Quando uma guerra ameaça o estreito de Hormuz, sabemos que o problema não se limita ao Oriente Médio. Segundo a Reuters, por ali passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo; se essa rota trava, sobem os custos de energia e transporte e, na sequência, o preço de vários produtos. Ainda assim, no auge da tensão, muitos investidores agiam como se a interrupção fosse breve. Foi esse descompasso que a revista britânica The Economist registrou: petróleo ainda longe dos níveis compatíveis com um bloqueio prolongado, Bolsa americana relativamente resiliente e ouro sem se firmar como ativo de segurança.
Leia mais (03/31/2026 – 12h00)

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