O que a América Latina tem a dizer a si mesma

Em alguma medida, ser da América Latina voltou a ocupar um lugar de afirmação e até de “moda”; o orgulho de pertencer a povos intensos, plurais, cheios de cor, ritmo e alegria se fortaleceu no movimento cultural. Esse movimento, que hoje ganha força com Bad Bunny, não é recente: Belchior, com o “rapaz latino-americano”, Secos & Molhados, com “Sangue Latino”, e Mercedes Sosa, em “Venas Abiertas”, já nomeavam esse traço de viver com intensidade e transformar dor em linguagem, arte e resistência. A cultura é lugar de encontro entre nossos povos.
Leia mais (05/13/2026 – 17h55)

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