Quando o Brasil entrar em campo contra a Escócia amanhã às 19h, as cidades vão parar. Bares enchem, o trânsito muda de ritmo, amigos se encontram e até quem estiver trabalhando encontrará uma tela ou um rádio. Há, sim, beleza nessa capacidade do futebol de criar pertencimento e memória coletiva. Contudo, quando o resultado contraria expectativas, aquilo que para a maioria vira resignação ou piada pode aumentar o risco dentro de casa.
Leia mais (06/23/2026 – 12h25)
