Francisco Assis, 42, indígena da etnia pankararu, não teve uma rotina tradicional de concurseiro, com horas de estudo por dia. Dividido entre o trabalho, o cuidado com o filho pequeno e a liderança na aldeia, ele diz que a própria trajetória de vida o ajudou a se preparar para o CNU (Concurso Público Nacional Unificado), no qual foi aprovado para o cargo de engenheiro agrônomo na Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas).
Leia mais (03/11/2025 – 12h00)
