A política ferroviária recentemente anunciada após quase três anos de governo, apesar de tardia, tem vários méritos, particularmente quando comparada ao Pro Trilhos, programa de investimentos em ferrovias por meio de autorizações ferroviárias, criado em 2021, e que deu origem às ironicamente chamadas “ferrovias de papel”. Mas é preciso ajustar o discurso que a acompanha a nova política e apressar o passo.
Leia mais (01/28/2026 – 07h00)
