O fim da jornada de trabalho 6×1 -o regime de seis dias de labor para um de descanso- voltou ao debate em Brasília. Surpreendentemente, um dos argumentos em defesa da manutenção desse modelo não vem da economia liberal clássica, mas de púlpitos evangélicos conservadores. A tese é de uma simplicidade sedutora: se Deus criou o mundo em seis dias e descansou apenas no sétimo, a escala 6×1 seria uma espécie de mandato criacional, uma ordem divina inscrita na existência dos humanos.
Leia mais (03/11/2026 – 19h29)
