A floresta amazônica e a maquiagem contábil

As investigações envolvendo o Banco Master e a gestora Reag Investimentos trouxeram à tona uma trama que envolve a sobrevalorização de ativos ambientais em terras públicas, como bem explicado na reportagem “Empresas na teia do Master usam terras da União para fabricar R$ 45 bi em créditos de carbono”, publicada nesta Folha em 16/1.
Leia mais (01/20/2026 – 14h55)

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